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Café, álcool e sal. Veja alimentos que prejudicam a saúde dos ossos

Tomar leite ou adicionar a bebida ao cereal matinal pode parecer suficiente para alguns no que diz respeito ao suprimento de cálcio necessário ao corpo diariamente para garantir a saúde óssea. Em primeiro lugar, adultos precisam de pelo menos 1.000 mg da substância, o que não é fornecido apenas com uma xícara de leite, que oferece cerca de 248 mg.

Depois, a saúde dos ossos depende de outros fatores como os níveis adequados de vitamina D e manter hábitos saudáveis como não fumar e a prática de atividades físicas. “É preciso um equilíbrio entre os alimentos”, disse Joan McGowan, diretora da Divisão das Doenças Musculo Esqueléticas do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, ao site The Huffington Post,afirmando que além de consumir alguns itens, é preciso evitar outros.

A restrição é mais séria em pessoas com histórico de osteoporose. Confira cinco que merecem atenção.

Café
O problema com a bebida é que ela aumenta a eliminação do cálcio pela urina. Não são quantidades muito grandes e que podem prejudicar os ossos, se a dieta se mantém equilibrada. No entanto, é preciso ficar atento à quantidade de cafeína consumida em outros itens também, como chocolate ou mesmo em alguns remédios.

Refrigerantes
São fontes de cafeína também. Além disso, fósforo contido nas fórmulas interfere na absorção de cálcio. No entanto, especialistas alertam que o gás não causa danos comprovados ao corpo.

Sal3-sal
Várias doenças estão associadas a uma dieta com grandes quantidades de sal. O ingrediente, presente nos alimentos em várias versões, colabora para eliminação de cálcio por meio da urina e do suor. A recomendação é a de não ultrapassar os 2.300 mg diários de sal.

Álcool
Enquanto uma dose diária para as mulheres e duas para os homens podem estar associadas à saúde óssea, o exagero no consumo de bebidas alcóolicas colabora para o desgaste dos ossos e ainda predispõe a quedas, principalmente na terceira idade.

Muita proteína
Manter uma ingestão equilibrada de proteínas é importante para manutenção do bom funcionamento do organismo. No entanto, exagerar altera o pH do corpo, tornando-o mais ácido, o que pode levar a perdas ósseas. As mulheres devem ingerir 46 g de proteínas por dia e os homens, 56.

 Fonte: Terra Saúde

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Autismo, informe-se para conviver melhor

Autismo é um transtorno global do desenvolvimento marcado por três características fundamentais:

* Inabilidade para interagir socialmente;

* Dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos;

* Padrão de comportamento restritivo e repetitivo.

O grau de comprometimento é de intensidade variável: vai desde quadros mais leves, como a síndrome de Asperger (na qual não há comprometimento da fala e da inteligência), até formas graves em que o paciente se mostra incapaz de manter qualquer tipo de contato interpessoal e é portador de comportamento agressivo e retardo mental.

Os estudos iniciais consideravam o transtorno resultado de dinâmica familiar problemática e de condições de ordem psicológica alteradas, hipótese que se mostrou improcedente. A tendência atual é admitir a existência de múltiplas causas para o autismo, entre eles, fatores genéticos e biológicos.

Sintomas

O autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:

1) ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;

2) o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;

3) domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.

Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.

autismo 2Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico. Leva em conta o comprometimento e o histórico do paciente e norteia-se pelos critérios estabelecidos por DSM–IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS).

Tratamento

Até o momento, autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar.

Não existe tratamento padrão que possa ser utilizado. Cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiências. Alguns podem beneficiar-se com o uso de medicamentos, especialmente quando existem co-morbidades associadas.

Recomendações

* Ter em casa uma pessoa com formas graves de autismo pode representar um fator de desequilíbrio para toda a família. Por isso, todos os envolvidos precisam de atendimento e orientação especializados;

* É fundamental descobrir um meio ou técnica, não importam quais, que possibilitem estabelecer algum tipo de comunicação com o autista;

* Autistas têm dificuldade de lidar com mudanças, por menores que sejam; por isso é importante manter o seu mundo organizado e dentro da rotina;

* Apesar de a tendência atual ser a inclusão de alunos com deficiência em escolas regulares, as limitações que o distúrbio provoca devem ser respeitadas. Há casos em que o melhor é procurar uma instituição que ofereça atendimento mais individualizado;

* Autistas de bom rendimento podem apresentar desempenho em determinadas áreas do conhecimento com características de genialidade.

Fonte: drauziovarella.com.br