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Bolsa com solução medicamentosa agora é mais divertida.

Passar uma temporada no hospital nunca é agradável, especialmente para crianças que são facilmente intimidadas pelo ambiente médico.

Para ajudar as crianças a se sentirem mais à vontade durante a sua hospitalização, o desenhista Jung Hyun Min desenvolveu o “Halo Duck”, bolsa transparente para administração de medicações endovenosas que possui um pato que flutua sobre o líquido, visando entreter e alegrar as crianças que necessitam de tratamento.

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O “Halo Duck” também serve a um propósito funcional, ele bloqueia o fluxo da saída do líquido logo que termina todo o fluído a ser administrado ao paciente, impedindo o refluxo de sangue.

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Pelo que percebemos, nem só as crianças gostariam de receber uma visita divertida do “Halo Duck”.

Assista ao vídeo abaixo para saber mais sobre ele.

Por Dorothy Tan

http://www.yankodesign.com

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Cientistas conseguem travar Esclerose Lateral Amiotrófica

Cientistas israelitas conseguiram pela primeira vez travar o processo degenerativo da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) com uma nova técnica de reinjeção de células estaminais do próprio doente.

A investigação, realizada nos últimos anos no hospital universitário Hadasa Ein Karem, em Jerusalém, conseguiu travar por completo o avanço da doença e, em alguns doentes, conseguiu mesmo uma ligeira melhoria nos músculos degenerados, noticia o diário Yediot Aharonot na sua edição eletrónica.

“O problema da ELA e de doenças similares é que um grupo de células nervosas degenera até morrer de forma irremediável”, explicou o professor Eldad Melamed, cientista da Universidade de Telavive que participa no projeto, apoiado pela empresa privada israelita Brainstorm.

A Esclerose Lateral Amiotrófica, de que padece, por exemplo, o cientista britânico Stephen Hawking, e que é também conhecida como Doença de Lou Gehrig e, em França, como Doença de Charcot, surge quando os neurónios motores deixam de funcionar e começam a causar uma paralisia muscular que acaba na morte, em poucos anos.

16075147Melamed indicou que a investigação tem sido muito difícil devido ao fato de se desconhecer as causas pelas quais estes neurónios deixam de funcionar e iniciam um processo degenerativo, pelo que decidiram trabalhar a partir das células estaminais do próprio doente.

“Retiramos as células da medula óssea, limpamo-as e reproduzimo-as em grandes quantidades. Depois, as tratamos com um processo químico que as transforma em neurónios e injetamos na espinha dorsal e nos músculos afetados”, descreveu, sobre a técnica desenvolvida pela sua empresa, que está cotada na bolsa de Nova Iorque.

Os resultados que garantem ter conseguido oscilam entre ter travado a doença em alguns doentes e ter conseguido detê-la por completo noutros.

O diário israelita afirma que a nova técnica abre uma janela de otimismo para milhares de doentes, mas que está ainda em fase preliminar de investigação, necessitando ainda de completar ensaios clínicos em Israel e nos Estados Unidos.

Fonte: Notícias ao Minuto