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Imunoterapia cura 88% dos casos de leucemia, diz pesquisa.

Uma nova pesquisa aumentou o corpo de evidências de que a imunoterapia, considerada um dos principais avanços científicos pela revista Science, é eficaz no tratamento do câncer. A técnica tem como objetivo curar a doença pela estimulação do sistema imunológico do próprio paciente. Durante o estudo, a abordagem foi capaz de combater 88% dos casos de leucemia sem auxílio de outro tipo de tratamento.

O conceito de imunoterapia surgiu há mais de cinquenta anos – cientistas tentaram aplicar a técnica em vacinas contra doenças como a aids e a tuberculose. No entanto, por falta de resultados satisfatórios em pesquisas, o tratamento passou a ganhar menor atenção da ciência. Os editores da revista Science, porém, elegeram a imunoterapia como o principal avanço de 2013 pelos novos resultados práticos sobre a sua aplicação no combate a tumores malignos.

Ataque ao câncer — A nova pesquisa testou a imunoterapia em dezesseis pacientes que apresentavam leucemia. Segundo os autores, embora esse tipo de câncer seja um dos mais tratáveis, é comum que pacientes com a doença se tornem resistentes à quimioterapia e sofram recaídas. Os participantes do estudo, que tinham 50 anos em média, haviam sofrido recaída da doença ou então se tornado resistentes à quimioterapia.

Os pacientes foram tratados com versões geneticamente modificadas de suas próprias células de defesa, que foram programadas para reconhecer e atacar as células cancerígenas. Segundo os resultados, 14 desses 16 indivíduos tiveram uma remissão completa da leucemia. A remissão mais duradoura persistiu por dois anos.

A pesquisa foi feita no Centro de Câncer Memorial Sloan Kettering e publicada nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine. “Esse é um fenômeno que pode representar uma reviravolta paradigmática na forma como tratamos o câncer”, diz Renier Brentjens, coordenador do estudo. De acordo com ele, os próximos trabalhos devem responder se a técnica pode ser eficaz em tratar outros tipos de tumores.

Três tratamentos em estudo para a leucemia

Novo medicamento

Pesquisadores de dez centros médicos nos Estados Unidos e na Europa testaram um medicamento que reverteu o quadro de leucemia em mais de um terço dos participantes.

O estudo foi realizado com 137 pacientes com leucemia mieloide aguda (LMA), uma variação da doença, de avanço rápido, que ocorre tanto em adultos quanto em crianças. A maior parte desses pacientes (99) apresentava mutações no gene FLT3-ITD, que é responsável pela produção de uma enzima que faz com que as células-tronco da medula óssea se multipliquem. Mutações nesse gene fazem com que a produção da enzima aumente, fazendo com que a doença se desenvolva de forma mais rápida.

Os pacientes que apresentam a mutação no gene FLT3-ITD costumam precisar de quimioterapia intensiva para atingir o estado de remissão (quando o câncer desaparece por um tempo depois do tratamento) e assim, poderem ser submetidos ao transplante de medula óssea.

De acordo com Mark Levis, integrante da equipe de pesquisadores, até três quartos dos adultos com esse tipo de leucemia atingem um estado de remissão da doença com a quimioterapia, mas há 50% de chances de ela voltar, podendo até ser fatal. A maioria dos participantes do estudo já haviam tentado outras formas de tratamento, sem obter sucesso.

O medicamento testado, denominado Quizartinib, bloqueia a produção da enzima relacionada ao gene FLT3- ITD. Dentre os pacientes que apresentavam a mutação no gene, 44% tiveram remissão completa, ou seja, um estágio em que não há mais sinais da doença. Ainda assim, eles precisaram de transfusões de sangue e plaquetas. Já entre o total dos participantes, 34% puderam fazer o transplante de medula óssea após o tratamento com Quizartinib.

O medicamento apresentou alguns efeitos colaterais, como náuseas e anemia, e 10% dos participantes tiveram que suspender o uso. Segundo Levis, os pesquisadores estão agora testando doses mais baixas do medicamento.

Remédio diminui a rejeição após transplante

Um novo medicamento reduz as chances de pacientes que recebem transplante de medula óssea desenvolverem efeitos colaterais, que podem ser fatais.

O estudo foi realizado nas Universidades americanas de Michigan e Washington, com 47 pacientes que receberam transplante de medula com células doadas por parentes. Além da medicação normalmente utilizada após transplantes, os pacientes receberam um medicamento denominado vorinostat, atualmente utilizado no tratamento de alguns tipos de câncer.

Dentre os participantes, apenas 21% desenvolveram uma reação denominada doença do enxerto contra hospedeiro, na qual as células recebidas começam atacar outras células do organismo do paciente. Sem a utilização do vorinostat, a média de pacientes que desenvolvem esse quadro é de 42%.

Os pesquisadores querem agora testar o medicamento em pacientes que recebem o transplante de doadores que não são da família. De modo geral, esses casos apresentam maiores riscos de desenvolverem a reação.

Células geneticamente modificadaslinfocito-20121210-size-620

Linfócitos T, células do sistema imunológico, foram geneticamente modificados por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, para atacar tumores de pacientes com leucemia.

O tratamento foi testado em doze pacientes com câncer em estágios avançados, sendo dez adultos com leucemia linfoide crônica, que costuma aparecer em pessoas com mais de 55 anos, e duas crianças com leucemia linfoide aguda, o tipo mais comum em crianças. Dentre eles, nove participantes responderam positivamente ao tratamento com linfócitos T.

Dois dos três primeiros pacientes a receberem esse tratamento com células modificadas ainda apresentam a doença em estado de remissão (quando o câncer desaparece por um tempo depois do tratamento), depois de mais de dois anos. Para Carl June, um dos pesquisadores do grupo, é possível que no futuro essa técnica reduza ou até substitua a necessidade de transplantes de medula óssea.

As células geneticamente modificadas têm como objetivo atacar células que expressam uma proteína denominada CD19, o que inclui as células tumorais de ambos os tipo de leucemia estudados, além dos linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos. Os linfócitos T também são capazes de se multiplicar, constituindo um verdadeiro “exército”, até que todas as células tumorais sejam destruídas.

Como esse tratamento provoca a destruição dos linfócitos B normais, que são importantes no combate a infecções, os pacientes estão recebendo tratamento com imunoglobulina, de forma a prevenir o aparecimento de infecções.

Fonte: Science


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Sete formas de combater enxaqueca sem tomar remédio.

enxaqueca-dor-cabeca-20121031-size-620A enxaqueca, dor de cabeça que pode vir acompanhada de uma série de sintomas, como náusea, vômito e sensibilidade à luz,  atinge entre 2% e 3% da população brasileira. Entre essas pessoas, uma em cada dez sofre com a forma crônica do problema: crises em pelo menos metade dos dias de um mês. A enxaqueca é uma dor de cabeça primária, o que significa que ela não acusa uma doença séria de saúde, mas pode ser incapacitante ou prejudicial ao cotidiano das pessoas.

Não existe cura para a enxaqueca, a única coisa que parece curá-la é a idade. Ainda não se sabe o motivo, mas, na maioria das vezes, as pessoas deixam de apresentar o problema conforme envelhecem, especialmente após os 60 anos.

Saída — Existem, porém, formas de diminuir a prevalência de crises e de atenuar as dores. Quando as crises são intensas e o problema se torna crônico, os medicamentos são fundamentais. Em casos menos graves, muitas vezes é possível combater o problema sem a ajuda de remédios.

O primeiro passo para prevenir enxaqueca é identificar o fator que desencadeia as crises e evitá-los. Chocolate, vinho tinto e comidas gordurosas são causadores comuns do problema, mas isso não quer dizer que todo mundo precise evitar esses alimentos. Cada pessoa apresenta um fator desencadeante. Um indivíduo pode ter crises quando come chocolate, mas não sente dor depois de tomar muito vinho, por exemplo. Caso a crise se instale, há práticas aconselháveis para reduzir a dor como fazer compressas de gelo, deitar em um ambiente escuro e consumir (pouca) cafeína são algumas das principais.

Tais medidas evitam o excesso de analgésicos, e isso é benéfico, pois, quanto mais remédios do tipo uma pessoa toma, mais o seu corpo se tornará tolerante e dependente dele. Com isso, o indivíduo deixará de responder aos efeitos do medicamento e pode transformar a enxaqueca em um problema crônico.

Veja a seguir 7 passos que podem ajudar a combater a enxaqueca.

1 – Identifique e evite o que desencadeia a enxaqueca: os motivos que desencadeiam a enxaqueca variam de acordo com a pessoa. Mas os mais comuns, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia, são stress, jejum, má qualidade do sono, fatores genéticos e hormonais (como estar próximo à data da menstruação), excesso de cafeína ou analgésicos, sedentarismo, chocolate, álcool, além de alimentos gelados e gordurosos.

2 – Tente desestressar: o stress é um importante fator que desencadeia e agrava a enxaqueca. A dor e o stress envolvem mecanismos cerebrais semelhantes e estão relacionados aos mesmos neurotransmissores, como a serotonina, que influencia o humor, o sono e o apetite. Por isso, processos cerebrais causados por uma situações de stress podem levar à enxaqueca.

3 – Pratique atividade física: além de ajudar a acalmar os nervos, praticar atividade física contribui para uma melhor vascularização no crânio, o que ajuda a evitar episódios de enxaqueca e atenuar as dores durante uma crise.

4 – Durma para diminuir a dor: dormir, deitar no escuro ou tomar qualquer outra medida para relaxar ajuda a atenuar as crises de enxaqueca, já que reduz o stress e, assim, interrompe ações do cérebro que desencadeiam a dor.

5 – Consuma cafeína, mas não exagere: a cafeína tem efeito vasoconstritor, isto é, ajuda a contrair os vasos. Esse efeito atenua as dores da enxaqueca, pois, durante uma crise, os vasos sanguíneos do crânio se dilatam. O excesso de cafeína, no entanto, pode desencadear um quadro de tolerância e dependência: os vasos se habituam à cafeína e, sem ela, se dilatam e provocam dores.

6 – Faça compressa de gelo: o gelo, assim como a cafeína, tem efeito vasoconstritor. Por isso, colocar gelo ou compressas de água gelada na cabeça durante uma crise de enxaqueca ajuda a atenuar as dores.

7 – Saiba a hora de procurar um médico: nem sempre é possível evitar ou controlar uma crise de enxaqueca – principalmente se as dores forem muito fortes ou se o problema for crônico (mais de quinze crises por mês). Nesses casos, a medicação é essencial tanto para diminuir o número de crises quanto para minimizar a dor.

Atenção!

Uma pessoa deve procurar um médico quanto apresenta pelo menos quatro crises de enxaqueca por mês.

Fonte: Revista Veja


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Obstrução pulmonar crônica, a famosa DPOC.

A doença pulmonar obstrutivo-crônica (DPOC) é traiçoeira. Evoluiu silenciosa, durante anos ou décadas, mas, quando se manifesta, as limitações respiratórias são definitivas.

O primeiro sintoma é a falta de ar para correr, subir escadas ou ladeiras. Como a instalação é gradativa, as pessoas negam que lhes falta o ar, dizem que se cansam porque estão mais velhas ou fora de forma.

Com a progressão, entra em cena um cortejo de sintomas: tosse, secreção pulmonar, chiado no peito, respiração pesada e sensação de que o ar não chega ao fundo dos pulmões. Gripes e resfriados duram mais tempo, e podem evoluir com complicações bacterianas.

Mais tarde, tomar banho, subir alguns degraus ou amarrar os sapatos exigem repouso para recuperar o fôlego. As crises de exacerbação se tornam comuns, geralmente acompanhadas por pneumonias que requerem hospitalização ou o acompanhamento de uma equipe de Home Care, que é a atenção domiciliar na área da saúde.

É um problema grave de saúde pública. Um estudo realizado entre adultos com mais de Man wearing oxygen mask in hospital40 anos mostrou que cerca de 10% apresentavam sinais de obstrução das vias aéreas de moderada intensidade, pelo menos. Nos últimos 30 anos, o número de mortes causadas pela doença duplicou.

O cigarro é, de longe, o maior culpado. O aumento da mortalidade entre as mulheres que começaram a fumar nos últimos trinta anos confirma a relação entre causa e efeito.

A exposição a poluentes industriais também é fator de risco, bem como o fogão a lenha das casas pobres, mal ventiladas.

O esforço respiratório para manter a oxigenação altera a forma do tórax (tórax em barril), retrai as costelas inferiores à inspiração e prolonga a fase de expiração.

O diagnóstico é feito pela espirometria, exame no qual o paciente faz expirações forçadas num tubo ligado a um aparelho que mede uma série de parâmetros relacionados com o fluxo de ar e a capacidade dos pulmões.

Para conter o declínio da função respiratória é essencial parar de fumar. A abstinência diminui a frequência das crises, melhora a qualidade de vida e reduz a mortalidade.

Nos casos mais graves, os sintomas podem ser aliviados com broncodilatadores administrados por inalação. Há broncodilatadores de ação rápida, ideais para alívio imediato, e outros de longa duração, cujo efeito pode persistir por 24 horas ou mais.

A inalação de corticosteroides é outra modalidade terapêutica capaz de melhorar respiração e reduzir a frequência das crises em 15% a 20%.

Dois estudos avaliaram o papel da administração de oxigênio nos casos mais avançados. O primeiro comparou 15 horas diárias de oxigênio com um grupo controle que não fez uso dele. No segundo, foi feita a comparação de 18 horas diárias, com 12 horas de uso por dia. Nos dois estudos a mortalidade caiu 20%.

Quando há indicação de oxigenioterapia, a recomendação atual é de administrá-lo por pelo menos 18 horas diárias, inclusive durante o sono.

Os pacientes devem receber vacina contra a gripe todos os anos, bem como vacina contra o pneumococo. Fisioterapia para reabilitação pulmonar é indicada em todos os casos.

Fonte: Drauzio Varella


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Carnaval exige cuidados com a saúde.

Manaus-Amazonas-Amazonia-saude-feminina-ficar-durante-folia_ACRIMA20120213_0025_15O carnaval está se aproximando e nesse período, a maioria das pessoas só pensam em folia e muita diversão e se esquecem de alguns cuidados essenciais.

O tempo quente e o gasto de energia muito alto podem comprometer a sua saúde.

Veja agora as dicas importantes para quem quer aproveitar as festas sem preocupações.

Alimentos leves

Durante os quatro dias de folia do carnaval, o calor normalmente é muito intenso e com o verão atingindo temperaturas muito altas, os cuidados com a alimentação devem ser redobrados.
Durante este período a perda de líquidos e sais minerais é grande. Sendo assim, o consumo de água requer atenção. Mesmo durante o consumo de bebidas alcoólicas é importante que as pessoas bebam água, pois a cerveja, vodka, entre outras bebidas, não hidratam o nosso organismo.

Cerveja não é água

Ao contrário de hidratar, o consumo de bebidas alcoólicas estimula que o organismo expulse água do corpo pela urina, o álcool tem função diurética. A água participa de vários processos metabólicos como a manutenção da temperatura do corpo, funcionamento dos rins e intestinos, pois isso jamais pode ser esquecida.

Outras maneiras de repor a perda de líquidos durante a folia é ingerindo sucos naturais, água de coco e frutas ricas em água. Os refrigerantes não devem ser contados como reposição hídrica.

A alimentação deve ser leve e balanceada e o intervalo entre as refeições deve ser de no máximo 4 horas.

Fazer várias refeições por dia e utilizar com moderação açúcares, doces e gorduras, se alimentando, de preferência de carnes magras, cozidos e grelhados é muito importante.

Para curar a ressaca

Beber parece inevitável nessa época, e não tem problema se você não abre mão daquele drink ou cerveja. O importante é não se esquecer de ingerir água durante o consumo de álcool. Se abusar e a ressaca surgir, redobre a quantidade de líquidos e coma alimentos leves e muitas frutas.

Cuidados com os pés

Outro cuidado indispensável duras as festas de carnaval é com os pés. Pular, sambar e dançar são esforços que nem todas as pessoas estão acostumadas a realizar. E qual seria o sapato ideal para a folia?

Os melhores tipos de calçado para as mulheres são aqueles com plataforma na parte frontal. Por incrível que pareça, esses sapatos estabilizam o pé e tem um poder de amortecimento melhor do que das sandálias com salto alto comum.
As plataformas evitam o surgimento de lesões como calosidades, bolhas e burcites. A diferença de altura entre a parte da frente e de trás do sapato não deve exceder 4 centímetros.


Rasteirinha não

Os sapatos rasteiros costumam cansar mais a panturrilha e causam mais lesões no tendão de aquiles, é o caso das tendinites. Por isso, é preciso cuidado na hora de escolher sapatilhas e rasteirinhas.

Já nos casos dos tênis não há problema, tanto para homens como mulheres. Esse tipo de calçado já vem com sistema de amortecimento ideal para quem quer aproveitar a folia.

Agora é aproveitar o carnaval e se divertir de forma saudável.

E não esqueça, proteja-se!

Abraço,

Equipe ACG Home Care

Fonte: G1


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Esteroides anabolizantes: uso errado é um perigo para a saúde.

O uso de drogas para aumentar a massa muscular ou melhorar a performance esportiva tem sido amplamente discutido e condenado nos meios de comunicação, e é sempre tema de intensos debates. Apesar disso, é surpreendente ver como pouquíssimas pessoas sabem realmente o que são essas drogas, o que elas fazem e quais são os verdadeiros efeitos colaterais.

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Os anabolizantes são hormônios sintéticos derivados da testosterona que provocam o aumento da massa muscular e diminuição da gordura. Porém causam muitos efeitos colaterais.

Conheça os perigos e efeitos colaterais dos esteroides:

Os esteroides anabólicos são medicamentos potentes, com um grande número de possíveis efeitos colaterais, que dentre os quais podemos citar:

  • Calvície;
  • Hipertrofia da próstata;
  • Acne;
  • Agressividade;
  • Hipertensão;
  • Limitação do Crescimento (os esteroides anabólicos podem interromper o processo de crescimento);
  • Aumento do Colesterol;
  • Virilização em Mulheres(crescimento de pelos na face, engrossamento da voz, hipertrofia do clitóris e amenorreia);
  • Ginecomastia (excessivo desenvolvimento dos mamilos em indivíduos do sexo masculino);
  • Dores de Cabeça;
  • Impotência e Esterilidade;
  • Insônia;
  • Hepatotoxidade (quase todos os esteroides causam lesão no fígado);
  • Problemas de Tendões e Ligamentos (muitas vezes o aumento da força é desproporcional à capacidade de adaptação dos tendões e ligamentos)

Fator de Perigo dos Esteroides:Anabolizantes-Perigos

O grau de perigo que o esteroide representa vai depender dos fatores abaixo:

  • A forma em que eles são tomados (oral x injetável);
  • Que dosagens são usadas;
  • Por quanto tempo eles são usados;
  • A idade, o sexo e o estado de saúde do usuário.

Conheça os efeitos dos Esteroides Anabólicos:

Dentre outras coisas, os esteróides anabólicos trazem as seguintes consequências para o corpo:

  • Aumentam a capacidade do corpo de utilizar a proteína, permitindo ao atleta treinar com maior intensidade sem perder massa muscular;
  • Aumentam a capacidade do corpo de desenvolver massa muscular;
  • Aumentam a capacidade do corpo ganhar força;
  • Aumentam a capacidade do corpo desenvolver resistência;
  • Atuam como anti-inflamatórios, ajudando tanto a prevenir como a curar machucados.

Contudo, o simples uso dessas drogas não vai automaticamente produzir os efeitos listados acima. Nenhum desses benefícios é alcançado sem um regime de treinos duros e consistentes e uma dieta apropriada.

Contrário à crença da maioria das pessoas, você não vai ficar maior ou mais forte simplesmente por fazer uso de esteróides anabólicos.O que acontece é que os esteroides anabólicos permitem que as pessoas malhem de forma mais intensa, durante mais tempo e mais frequentemente, sem entrarem em estado de overtraining (fazer mais exercícios do que seu corpo é capaz de se recuperar).

Então na verdade os esteroides anabólicos somente criam as condições necessárias para que as pessoas possam se beneficiar desse regime de treinos mais intensos.

Os anabolizantes podem ser usados para tratar alguns problemas de saúde, mas com cuidadoso acompanhamento médico. Veja alguns exemplos:

  • Hipogonadismo: casos em que os testículos produzem pouca testosterona, levando à infertilidade e diminuição da libido;
  • Doenças compulsivas: casos em que a pessoa vai se definhando;
  • Doenças musculares;
  • Velhice ou andropausa: quando há queda sensível na qualidade de vida. Nos casos de mulheres com problemas na menopausa, a terapia de reposição hormonal só é feita em casos específicos, pois vem sendo relacionada ao desenvolvimento de câncer;
  • Em portadores de HIV: para recuperar a perda de massa muscular e reforçar o sistema imunológico;
  • Em tratamentos de obesidade: o hormônio masculino provoca um aumento do metabolismo e, com isso, aumenta a “queima” de gorduras.

Infelizmente, porém, esses compostos vêm sendo utilizados indiscriminadamente e sem receita médica por jovens saudáveis que querem ficar mais fortes e mais bonitos esteticamente, por atletas que querem aumentar seu desempenho em competições e por praticantes de fisiculturismo, que procuram aumentar a massa muscular por um caminho mais fácil.

Faça a coisa certa e procure um médico Endocrinologista, este poderá te dar as orientações necessárias e avaliar cada caso.

Equipe ACG Home Care

Fonte: Google


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Envelhecer de forma saudável.

A única coisa que o ser humano pode ter certeza é que seguirá o “ciclo da vida”, se tudo correr como planejado. Em algum momento nascemos, envelhecemos e morreremos.

Mas a expectativa deste ciclo tem aumentado, e muito, nas últimas décadas e para vivermos com qualidade precisamos manter um modelo de vida cada vez mais saudável. Até hoje nenhum dos métodos comercializados provou-se capaz de retardar, parar ou reverter o envelhecimento humano, por isto os cuidados são necessários.

Mas qual é o estilo de vida ideal? Acredite, ele é mais óbvio do que você pode imaginar e pode ser resumido em oito atitudes saudáveis.

  • Coma direito As escolhas alimentares, sozinhas, podem aumentar ou diminuir a vida de uma pessoa em 13 anos. E os cientistas já têm uma razoável certeza do que é uma boa dieta. A maior parte dos estudos diz que o regime mais saudável é baseado em frutas, vegetais, grãos integrais, peixe, nozes e poucas porções de carne sem gordura.
  • Não fume O cigarro é o primeiro fator de risco para o câncer e aumenta a incidência de doenças cardíacas, duas das principais causas de morte.
  • Beba com moderação Evidências sugerem que consumir uma taça de vinho por dia faz bem ao coração e às artérias. Mais que isso, porém, pode trazer complicações, principalmente ao fígado e ao cérebro.
  • Controle seu peso Pessoas muito magras e muito gordas vivem menos. Nas tabelas peso-altura, que indicam o peso desejável para várias estaturas, a expectativa de vida é maior para quem se mantém no centro da faixa de peso desejável. Pesquisas recentes aumentaram esse limite para até 20% acima do ponto médio.
  • Exercite-se Os benefícios mais conhecidos do exercício ocorrem no coração. O famoso Framingham Heart Study, que monitora, há mais de 50 anos, a saúde dos habitantes de Framingham, nos Estados Unidos, descobriu que andar uma hora por dia durante a vida adia a morte por dois anos. Outros órgãos também ganham. As incidências de diabete e de câncer no cólon caem. E o cérebro corre menos risco de falhas.
  • Mantenha a cabeça ativa Estudar, aprender línguas, enfim, obter novos conhecimentos gera novas conexões entre neurônios, mantendo o cérebro saudável. Há indícios de que isso reduz o risco de doenças como o Alzheimer.
  • Relacione-se com os outros Homens bem relacionados socialmente, bem-humorados e otimistas têm mais chance de envelhecer saudavelmente e sem problemas psicológicos.
  • Encontre um modo de lidar com o estresse Estudos sugerem que otimistas tendem a viver mais que os pessimistas. E os religiosos sobrevivem aos ateus. Aliás, se rir não for o melhor remédio, como diz o ditado, certamente é um deles. Risadas exercitam o coração, reduzem os níveis dos hormônios do estresse, aumentam a imunidade e limpam os pulmões.

casal_idosos4Para quem já chegou à idade avançada, acrescentamos outros dois conselhos:

  • Procure manter a autonomia e a independência. Segundo pesquisas realizadas com idosos, velhinhos que tomam conta de si têm menos chance de morrer que os que dependem de outras pessoas para realizar suas atividades diárias.

E em qualquer idade podemos procurar um médico Geriatra, que é especializado no envelhecimento e nas doenças relacionadas à idade.  Ele busca, através da medicina preventiva, da avaliação adequada do idoso e da organização dos seus cuidados, alcançar longevidade com qualidade de vida.

Na prática, o que faz o médico geriatra?  

1. Medicina Preventiva – avaliação do estado de saúde atual e orientação individualizada sobre a prevenção de, principalmente, doenças cardíacas, pulmonares, osteomusculares, endócrinas e cânceres;

2. Avaliação Global do Idoso – são avaliados capacidade funcional, órgãos dos sentidos, sono, humor, memória, movimentos, equilíbrio, alimentação, incontinências, dor, atividades no dia-a-dia, suporte sócio-familiar;

3. Múltiplas doenças concomitantes – doenças ao mesmo tempo em partes diferentes do corpo, mais comuns: depressão e ansiedade, Alzheimer, Parkinson, osteoporose, artrose, hipertensão, diabetes, incontinência urinária, instabilidade postural e quedas;

4. Uso crônico de várias medicações – com o objetivo de evitar efeitos colaterais e interações entre as medicações;

5. Reabilitação global – recuperação após doença grave ou longa internação hospitalar;

6. Idosos frágeis – que precisam internar no hospital de modo freqüente, geralmente desnutridos;

7. Cuidados paliativos (cuidado de pessoas com doenças terminais, buscando bem estar físico e psicológico no fim da vida).

Agora é arregaçar as mangas e viver de forma saudável sempre!

Fonte: Super Interessante e Hospital São Roque.