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Revista virtual da ACG Home Care. Aqui você terá dicas de como manter sua vida com mais qualidade, saúde e bem estar!


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Atividades, hidratação e nutrição aliadas podem melhorar qualidade de vida

Prazer e hidratação durante a atividade física podem fazer diferença na qualidade de vida, além de motivar a criação de hábitos, alerta o fisiologista do esporte Rubens D’Elia.

atleta_comendo“A atividade física é muito importante. É o fio condutor para a aceleração do processo de redução de peso, além de contribuir para a conquista de um corpo mais saudável e uma mente mais relaxada. As pessoas precisam fazer uma reprogramação cerebral para criar o hábito”, explica.

Outra dica do fisiologista para alcançar o equilíbrio é associar atividades, hidratação e nutrição, para que o organismo funcione corretamente.

D’Elia compara o corpo humano a uma rede fluvial, em que a hidratação é vital para auxiliar no transporte de nutrientes, composição das estruturas celulares e controle térmico.

“Somos um aquário de tanta água que temos no corpo: 75% só nos músculos. Nosso corpo é fluvial e por isso a hidratação é muito importante”.

Segundo ele, a hidratação é necessária para equilibrar a perda de líquidos que acontece durante o dia, que pode ser de 2,5 litros ou 3,5 litros em temperaturas elevadas.

“O indicado é consumir de 400 ml a 600 ml de líquidos a cada duas horas, especialmente, se a pessoa estiver praticando atividade física”, diz.

Para ajudar na hidratação, D’Elia sugere consumir bebidas com açúcar, porque “aceleram o metabolismo e o processo de hidratação”.

O fisiologista também receita: “o consumo ideal de líquido por dia é 2,5 litros. É preciso ser produtivo, fazer atividade física e ter um tempo de relaxamento associado a uma alimentação equilibrada”.

D’Elia ressalta que a falta de reposição de líquido pode prejudicar o funcionamento do organismo. A perda de apenas 10% da água do corpo pode causar tonturas, diminuição do volume sanguíneo, dificuldades de concentração e espasmas musculares.

Além da perda de água, o fisiologista do esporte explica que há perda de sal e potássio e, dependendo da intensidade do exercício, é preciso combinar a ingestão de água com isotônico para auxiliar a recuperação de sais minerais.

De acordo com D’Elia, associar prazer à prática de exercícios pode ser a estratégia certa para começar a gostar de atividades físicas.

“Para que a pessoa tenha uma relação prazerosa com a atividade é preciso relacioná-la com hábitos de sua história. Em 21 dias de prática, começa a se ter prazer. Não é indicado entrar em uma atividade a esmo. É preciso que a pessoa deguste, faça experiências e encontre algo que se relacione com seu perfil e temperamento”, comentou.

O fisiologista entende que conversar com um profissional e contar um pouco da sua história é fundamental neste processo de associação entre prazer, atividade física e hábito.

“Os parques estão lotados e hoje há muitos recursos, aparelhos naturais, que motivam as pessoas a se dedicarem à prática esportiva. Especialistas das áreas de saúde, médicos, nutricionistas e fisioterapeutas a cada dia recomendam mais as atividades físicas. No entanto, a internet também dissemina muita informação equivocada, por isso é importante consultar um especialista”, destaca D’Elia.

Fonte: Terra

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Treinar pais de criança autista reduz sintomas do transtorno

Em um novo estudo, pesquisadores concluíram que um determinado tratamento, aplicado nos primeiros anos de vida de um bebê com sinais de autismo, pode melhorar seu desenvolvimento e reduzir os sintomas do transtorno durante a infância. A terapia, no entanto, não é direcionada à criança, mas sim aos seus pais, que passam por uma espécie de treinamento para que estimulem a comunicação dos filhos.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Autism treatment in the first year of life: A pilot study of Infant Start, a parent-implemented intervention for symptomatic infantsimg_aluno_autismo

Onde foi divulgada: Journal of Autism and Developmental Disorders​

Instituição: Universidade da Califórnia em Davis, Estados Unidos

Resultado: Crianças com autismo cujos pais foram treinados para estimular o desenvolvimento dos filhos apresentaram um melhor desenvolvimento.

O método testado pela pesquisa foi o Infant Start, desenvolvido na Universidade da Califórnia em Davis, Estados Unidos. Nele, pais de bebês com autismo aprendem formas de estimular a comunicação, a atenção, o aprendizado, a linguagem e a interação social dos filhos.

O estudo, publicado nesta terça-feira, contou com a participação de pais de sete crianças de 6 a 15 meses de vida que apresentavam sintomas relacionados ao autismo, como pouco contato visual, repetição de determinados movimentos e baixa disposição para a comunicação. Os pais, junto com os bebês, passaram por doze sessões de treinamento e, depois, foram acompanhados durante seis meses pelos pesquisadores para que continuassem seguindo o método corretamente.
As crianças voltaram a ser avaliadas dois e três anos após o início do estudo. O desenvolvimento delas foi comparado ao de outras com características diversas. Entre elas, crianças com autismo que só receberam tratamento após os três anos de idade e crianças sem o transtorno.

Segundo a pesquisa, seis das sete crianças que participaram do estudo chegaram aos três anos de idade com o desenvolvimento do aprendizado e da linguagem semelhante ao de crianças sem autismo. “A maioria das crianças com autismo nem ao menos recebeu o diagnóstico da doença nessa idade”, diz Sally Rogers, professora de psiquiatria e ciências comportamentais da Universidade da Califórnia em Davis e coordenadora do estudo.

O estudo, portanto, sugere que começar o tratamento de crianças com autismo de forma precoce diminui os problemas de desenvolvimento ao longo da infância. No entanto, como foi feito apenas com sete crianças, as descobertas precisam ser confirmadas por pesquisas maiores. Mesmo assim, a equipe considera que as conclusões foram importantes, pois mostraram uma redução significativa dos sintomas do transtorno nos primeiros anos de vida.

Fonte: Revista Veja


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Envelhecer de forma saudável.

A única coisa que o ser humano pode ter certeza é que seguirá o “ciclo da vida”, se tudo correr como planejado. Em algum momento nascemos, envelhecemos e morreremos.

Mas a expectativa deste ciclo tem aumentado, e muito, nas últimas décadas e para vivermos com qualidade precisamos manter um modelo de vida cada vez mais saudável. Até hoje nenhum dos métodos comercializados provou-se capaz de retardar, parar ou reverter o envelhecimento humano, por isto os cuidados são necessários.

Mas qual é o estilo de vida ideal? Acredite, ele é mais óbvio do que você pode imaginar e pode ser resumido em oito atitudes saudáveis.

  • Coma direito As escolhas alimentares, sozinhas, podem aumentar ou diminuir a vida de uma pessoa em 13 anos. E os cientistas já têm uma razoável certeza do que é uma boa dieta. A maior parte dos estudos diz que o regime mais saudável é baseado em frutas, vegetais, grãos integrais, peixe, nozes e poucas porções de carne sem gordura.
  • Não fume O cigarro é o primeiro fator de risco para o câncer e aumenta a incidência de doenças cardíacas, duas das principais causas de morte.
  • Beba com moderação Evidências sugerem que consumir uma taça de vinho por dia faz bem ao coração e às artérias. Mais que isso, porém, pode trazer complicações, principalmente ao fígado e ao cérebro.
  • Controle seu peso Pessoas muito magras e muito gordas vivem menos. Nas tabelas peso-altura, que indicam o peso desejável para várias estaturas, a expectativa de vida é maior para quem se mantém no centro da faixa de peso desejável. Pesquisas recentes aumentaram esse limite para até 20% acima do ponto médio.
  • Exercite-se Os benefícios mais conhecidos do exercício ocorrem no coração. O famoso Framingham Heart Study, que monitora, há mais de 50 anos, a saúde dos habitantes de Framingham, nos Estados Unidos, descobriu que andar uma hora por dia durante a vida adia a morte por dois anos. Outros órgãos também ganham. As incidências de diabete e de câncer no cólon caem. E o cérebro corre menos risco de falhas.
  • Mantenha a cabeça ativa Estudar, aprender línguas, enfim, obter novos conhecimentos gera novas conexões entre neurônios, mantendo o cérebro saudável. Há indícios de que isso reduz o risco de doenças como o Alzheimer.
  • Relacione-se com os outros Homens bem relacionados socialmente, bem-humorados e otimistas têm mais chance de envelhecer saudavelmente e sem problemas psicológicos.
  • Encontre um modo de lidar com o estresse Estudos sugerem que otimistas tendem a viver mais que os pessimistas. E os religiosos sobrevivem aos ateus. Aliás, se rir não for o melhor remédio, como diz o ditado, certamente é um deles. Risadas exercitam o coração, reduzem os níveis dos hormônios do estresse, aumentam a imunidade e limpam os pulmões.

casal_idosos4Para quem já chegou à idade avançada, acrescentamos outros dois conselhos:

  • Procure manter a autonomia e a independência. Segundo pesquisas realizadas com idosos, velhinhos que tomam conta de si têm menos chance de morrer que os que dependem de outras pessoas para realizar suas atividades diárias.

E em qualquer idade podemos procurar um médico Geriatra, que é especializado no envelhecimento e nas doenças relacionadas à idade.  Ele busca, através da medicina preventiva, da avaliação adequada do idoso e da organização dos seus cuidados, alcançar longevidade com qualidade de vida.

Na prática, o que faz o médico geriatra?  

1. Medicina Preventiva – avaliação do estado de saúde atual e orientação individualizada sobre a prevenção de, principalmente, doenças cardíacas, pulmonares, osteomusculares, endócrinas e cânceres;

2. Avaliação Global do Idoso – são avaliados capacidade funcional, órgãos dos sentidos, sono, humor, memória, movimentos, equilíbrio, alimentação, incontinências, dor, atividades no dia-a-dia, suporte sócio-familiar;

3. Múltiplas doenças concomitantes – doenças ao mesmo tempo em partes diferentes do corpo, mais comuns: depressão e ansiedade, Alzheimer, Parkinson, osteoporose, artrose, hipertensão, diabetes, incontinência urinária, instabilidade postural e quedas;

4. Uso crônico de várias medicações – com o objetivo de evitar efeitos colaterais e interações entre as medicações;

5. Reabilitação global – recuperação após doença grave ou longa internação hospitalar;

6. Idosos frágeis – que precisam internar no hospital de modo freqüente, geralmente desnutridos;

7. Cuidados paliativos (cuidado de pessoas com doenças terminais, buscando bem estar físico e psicológico no fim da vida).

Agora é arregaçar as mangas e viver de forma saudável sempre!

Fonte: Super Interessante e Hospital São Roque.


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Empresa privada e neurocientista brasileiro criam robôs diferentes que permitem que paraplégicos e tetraplégicos consigam andar

Dentre as várias privações a que está sujeita uma pessoa paraplégica, uma das mais difíceis de gerir é a de não conseguir se manterEksoSuit6 de pé e estar sempre dependente de alguém. Uma empresa americana, a Ekso Bionics, quer usar a tecnologia para melhorar a vida dessas pessoas e criou um robô para ser “vestido” e assim ajudar as pessoas com deficiência física a levantar e andar.

A estrutura, espécie de roupa robô, é de alumínio e titânio e funciona com uma bateria, pesando cerca de 25 quilos. Os criadores garantem que é possível um usuário passar da cadeira de rodas para a “roupa” em 5 minutos, já que o design do produto é feito para tornar simples a entrada e saída dos membros. Depois, com a ajuda de muletas, ele pode se mover sozinho.

Por enquanto, o Ekso Bionic Suit foi lançado para ser usado em hospitais e centros de apoio médico, com supervisão, mas a ideia é que passe a ter uso doméstico já no próximo ano. Veja como o produto pode mudar a vida de pessoas paraplégicas no vídeo abaixo.

Porém o passo mais avançado deste tipo de equipamento vem de um brasileiro, o Dr. Miguel Nicolelis, um dos neurocientistas mais importantes do mundo, que divulgou em seu perfil no Facebook as primeiras imagens do exoesqueleto robótico que poderá auxiliar um paciente tetraplégico a dar o pontapé inicial da Copa do Mundo 2014, que acontecerá no dia 12 de junho.

1467209_709083092435673_817470039_nAs fotos publicadas por Nicolelis mostram alguns detalhes da parte frontal e lateral da estrutura. Controlado pela mente, o equipamento faz parte do projeto “Andar de Novo”, iniciativa conduzida pela Universidade de Duke (EUA) e o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra.

O experimento tem como objetivo construir no Brasil a primeira neuroprótese capaz de trazer a mobilidade de volta a pacientes com paralisias severas. E, ao que tudo indica, os cientistas envolvidos, liderados por Nicolelis, estão muito próximos de conquistar esta meta.

Em um pequeno vídeo, também publicado pelo neurocientista da rede social, é possível observar o exoesqueleto, que veste um manequim, fazendo um leve movimento para frente, como um chute.

Segundo Nicolelis, em artigo publicado no site da revista Brasileiros, experimentos com a primeira geração da chamada “interface cérebro-máquina” foram realizados em macacos. Com ela, estes animais conseguiram controlar movimentos usando apenas a sua imaginação.

De acordo com ele, os macacos foram capazes de executar tarefas a partir de braços e pernas mecânicos. “Utilizaram o seu próprio pensamento para jogar videogames ou mover objetos localizados próximos a si ou em ambientes remotos”, explicou o neurocientista.

Fontes: Eme Viegas, da Hypeness e Revista Exame


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Cientistas descobrem verdadeira fonte de força dos músculos.

78324676-620x360Seus músculos não vão ficar mais fortes por causa desta nova descoberta científica. Mas se ficarem (talvez porque você faça alguns exercícios físicos, então os cientistas agora poderão dar uma explicação diferente da que dariam na semana passada para essa aquisição de força.

Na verdade, uma explicação diferente da que vem sendo dada nos últimos 50 anos, onde os livros e textos afirmam que a força dos músculos é dada pelo agrupamento das células na forma de uma corda.

Segundo uma equipe de pesquisadores da Universidade de Washington (EUA), os músculos humanos obtêm sua força a partir de um grupo de células dispostas em malha. À medida que os músculos são flexionados, os filamentos também são tensionados, abrindo a trama da malha de células. Isto gera uma força em múltiplas direções, não apenas subindo e descendo pelo músculo como se acreditava antes.

“Este aspecto da geração de força muscular não foi detectado durante décadas e agora está se transformando em uma característica fundamental da nossa compreensão dos aspectos normais e patológicos do músculo”, afirmou Thomas Daniel, um dos cientistas da equipe de pesquisadores americanos.

Segundo o grupo todos os músculos, incluindo o coração, parecem alimentar-se desta fonte de força.

Miosina

De acordo com o novo estudo, os fundamentos de como os músculos geram força continuam os mesmos: filamentos de miosina puxam filamentos de actina, fazendo-os contrair.

Mas a miosina não puxa em uma direção, como se acreditava anteriormente, ela puxa em ângulos, o que confere uma força radial.

Fonte: BBC


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Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido

     Amor e saúde estão ligados de maneira surpreendente. Humanos são feitos para conectarem-se uns aos outros, e quando bons relacionamentos são cultivados (não apenas no campo amoroso), as recompensas são imensas.
     O amor é o melhor remédio para sair da angustia que existe dentro de nós, o amor leva a fazer coisas que deixamos de lado e levanta a nossa auto estima  tanto para as mulheres quanto para os homens.
     O amor desperta fatos sobre você que ainda nem sabia, descobre o seu outro lado e o deixa com mais vontade de viver, buscando fatores que venha trazer melhores condições de vida como começar a fazer uma academia, procurar mudar o guarda roupa, buscar fazer coisas que gostava e não tinha ânimo e nem motivação para fazer, enfim, nos transforma em uma pessoa mais ativa  buscando a felicidade que estava escondida dentro de nós, fazendo você ver o quanto você é especial.
     É evidente que o amor interfere diretamente no nosso estado de saúde, quando amamos temos um olhar mais bonito sobre as coisas, comemos melhor, aumentamos nossa disposição, sem falar nas reações químicas e biológicas que ocorrem no nosso corpo.
     Algumas substâncias como a dopamina, feniletilamina e ocitocina, são todas relativamente comuns no corpo humano, mas são encontradas juntas apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos – e toda a “loucura” da paixão desvanece gradualmente, a fase de atração não dura para sempre. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia (divisão em duas partes): ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor – companheirismo, afeto e tolerância  permanecendo juntos. Isto é especialmente verdadeiro quando filhos estão envolvidos na relação.
downloadVantagens do amor na saúde das pessoas:
  • O Departamento de Saúde e Serviços Humanos revisou uma grande quantidade de estudos relacionados à saúde e o amor. Uma das descobertas mais impressionantes foi que pessoas que estão amando vão menos a consultas médicas e ficam menos tempo em hospitais.
  • O interessante é que o amor também contribui na diminuição do abuso de álcool e drogas, especialmente em jovens adultos.
  • Pesquisadores descobriram que pessoas em casamentos felizes têm a melhor pressão sanguínea, logo em seguida os solteiros. E as pessoas em casamentos infelizes têm a pior pressão sanguínea. Esse estudo está nos Anais da Medicina Comportamental. Um aspecto importante em como o casamento influencia a saúde: “É a qualidade do casamento, e não apenas o fato de estar casado, que afeta a saúde”. Isso apóia a idéia de que outros exemplos positivos de diferentes formas de relacionamentos possam ter benefícios similares.
  • O amor interfere também em relação ao estresse, quando surge um fator estressante, a pessoa recebe suporte de alguém que ela gosta, ela lida melhor com a situação.
  • Já foi visto que relações amorosas diminuem estresse, depressão e ansiedade (o que deve gerar um impulso no sistema imunológico). Pesquisadores da Universidade de Carnegie Mellon descobriram que exibem emoções positivas são menos propensos a ficarem doentes depois de expostos ao vírus da gripe ou de resfriados.
  • Pode ser que o poder de um relacionamento positivo faça feridas na pele cicatrizarem mais rapidamente.Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Ohio examinou casais com bolhas nos pés. As feridas em cônjuges que interagiam harmoniosamente cicatrizaram até duas vezes mais rápido do que naqueles que demonstravam ser bastante hostis um com o outro.
  •  Uma parte crescente de pesquisas indicam que pessoas bem casadas vivem mais, O casamento feliz protege as pessoas da morte por repelir sentimentos de isolamento. Pessoas casadas vivem mais por se sentirem amadas.
  • Pode parecer óbvio que um dos maiores benefícios do amor é a alegria. Mas as pesquisas estão apenas começando para revelar o quanto essa ligação pode ser forte.

Como diz Vinícius de Moraes, “Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido”.

Thalita Maryah

Enfermeira e Terapeuta Corporal

fonte: papodesaude.blogspot.com.br


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Como viver bem na terceira idade?

A receita básica para uma existência melhor contém como ingrediente principal uma alimentação saudável.

No caso dos idosos, porém, a atenção deve ser redobrada. Afinal, nessa fase ocorre uma redução da capacidade funcional do organismo. A dieta do idoso deve ser bem colorida, rica em alimentos variados.

Mais do que nunca, deve-se evitar o consumo de carboidratos refinados (açúcar, farinha de trigo), gorduras saturadas idosos_felizes_vida_plena(bacon, carnes, frituras e cremes) e gorduras trans (chocolates, biscoitos, produtos industrializados). Esses alimentos são considerados agressores para o corpo porque aumentam a incidência de doenças crônico-degenerativas, como diabetes, além de problemas como colesterol alto, doenças cardiovasculares, hipertensão e câncer, entre outros.

Já a quantidade de calorias diárias varia de um indivíduo ao outro, por isto, mais do que as calorias, o que importa é a qualidade do cardápio. Aliás, restrições calóricas muito severas, podem reduzir o fornecimento de energia para o corpo e para o cérebro, o que pode causar uma diminuição de massa muscular e também da capacidade de cognição.

Importante não  esquecer de manter os exercícios físicos regulares, hábitos adequados de controle de saúde como visitas frequentes a médicos e os exames de rotina.

Alexandre Pires

Diretor de Marketing

ACG Home Care