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Aprenda a esterilizar a chupeta e evite doenças para o bebê

O bebê não nasce com seu sistema imunológico, sua boca ainda é estéril, e é nos primeiros anos de vida que será formada a flora bucal. Por isso, é importante evitar ao máximo que os pequeninos tenham contato com alguns tipos de bactérias, pois é nesse período da vida que elas se instalam com mais facilidade.

“Ao limpar a chupeta com a própria boca, beijar o bebê nos lábios ou dividir talheres com ele, a mãe está expondo a criança a doenças para as quais seu sistema imune ainda não está preparado para enfrentar. Coqueluche, gripes, herpes são algumas das doenças transmitidas pela saliva”, diz a odontopediatra, Renata Sampaio.

Além disso, as bactérias patogênicas dentais (responsáveis pela cárie) também são transmitidas pelo contato direto com a saliva. “Até no caso das bactérias causadoras de doenças periodontais, já se sabe que pelo menos um tipo (a conhecida como A.a.) pode ser encontrada na primeira dentição de até 10% das crianças. Desta forma, é melhor evitar o contato direto da saliva do adulto com a boca do bebê, para minimizar o contágio”, diz Renata.

saudebucalchupetarepreQuando as bactérias são benéficas
No entanto, um estudo sueco recente indicou que limpar a chupeta com a boca pode diminuir a prevalência de alguns tipos de alergias como a eczema (dermatite) e a asma. Embora ainda precise de mais dados científicos, essa tese defende que, ao entrar em contato com as bactérias da saliva de um adulto, o sistema imunológico da criança fica menos propenso e esses tipos de alergias.

“Porém, o risco de que a criança adoeça por outras patologias mais graves não deve compensar esse benefício. São muitos os fatores que influenciam a propensão às alergias, tais como infecções durante a gravidez, a mãe ser alérgica, o contato com ácaros, o uso de leite bovino nos primeiros meses de vida e a exposição ao cigarro, tanto na gestação quanto na primeira infância”, diz a dentista.

Esterilizar é a melhor opção 
Segundo Renata, a melhor forma de higienizar chupetas e mamadeiras do bebê é fazer a esterilização desses objetos. “A esterilização dos bicos deve ser feita fervendo-os por 20 minutos diariamente, no primeiro ano de vida da criança. Também é importante trocar chupetas e bicos de mamadeira a cada 2 meses, no máximo”, diz a dentista.

Depois de esterilizados, chupetas e bicos de mamadeiras devem ser secos e guardados em recipiente fechado.

Fonte: http://saude.terra.com.br/

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Sem tratamento específico, ebola coloca o mundo em alerta

Após a morte do americano Patrick Sawyer – consultor do Ministério das Finanças da Libéria que voo para Lagos, capital da Nigéria – no último dia 25 de julho, o mundo parece ter aberto os olhos para uma das doenças mais fatais da atualidade: o Ebola. Isto porque, com a viagem de Sawyer, a doença chegou a um quarto país, onde ainda não havia relatos de casos, dando espaço a um ‘alerta vermelho’ em centros importantes, como Estados Unidos, Hong Kong e Reino Unido. O temor de uma epidemia agora é eminente em todo o mundo – e não só na África, onde o surto acontece.

Desde 1976, quando dois surtos aconteceram de forma simultânea – em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo – e o vírus foi diagnosticado pela primeira vez, já aconteceram 25 surtos de ebola em diferentes países da África. No entanto, o que está em curso este ano é o mais trágico deles, tendo matado, até o final de julho, 729 pessoas (incluindo Patrick Sawyer) e atingindo outras 1393 vítimas.  Além disso, esta é a primeira vez que a doença alcança centros urbanos e capitais nacionais, saindo de aldeias remotas da selva do centro-oeste africano.

O surto atual foi relatado, primeiramente, em Guiné, com alguns casos. Em seguida, outros foram registrados em dois diferentes países: Libéria e Serra Leoa.

“Presenciamos um novo surto de Ebola que, de maneira inédita, se espalhou para além da fronteira de três países africanos, tornando-se a maior distribuição geográfica do vírus na História, além de contar com o maior número de casos. Antes disso, o pior surto (não o último, mas o maior) ocorreu em Gulu, Uganda, em 2000, com um total de 425 casos, incluindo 224 mortes”, afirmou ao Terra Leticia Linn, diretora de comunicação da Organização Mundial de Saúde (OMS).

No entanto, apesar de o surto acontecer desde os primeiros meses do ano, os olhos de autoridades de saúde internacionais ficaram mais abertos depois dos casos dos voluntários americanos infectados na Libéria, o médico Kent Brantly e Nancy Writebol, ambos da Samaritan’s Purse (SP), uma associação cristã beneficente. Os dois foram encaminhados nesta sexta-feira para os Estados Unidos – sendo, portanto, a primeira vez que o poderoso vírus chega às terras do país.

Outros eventos – dentre milhares – que chamaram a atenção da mídia mundial foram as mortes de dois médicos especialistas em ebola, que lutavam na África para salvar vidas: Samuel Brisbare, um médico renomado da Libéria, que foi o primeiro a morrer em meio ao surto, e Sheik Humarr Khan, um doutor de Serra Leoa, que ajudou a salvar centenas de vítimas do vírus, e foi chamado de “herói nacional” após sua morte.

Somou-se a isso o fato de dois britânicos apresentarem sintomas semelhantes aos do poderoso vírus, após estarem em terras africanas – mas, felizmente, tiveram alta após os exames darem negativo para a doença. Renomados médicos do Reino Unido chegaram a alertar sobre uma possível catástrofe em solo britânico, caso fossem confirmados os casos, uma vez que o país não está preparado para lidar com a doença, por não possuir hospitais e leitos específicos para o total isolamento, ou equipes treinadas para um possível fluxo de pacientes contaminados.

Entre as principais vítimas, estão pessoas que tiveram contato próximo com infectados – seja parente, amigo, médico ou outro profissional de saúde.

O alerta vermelho em grandes centros econômicos do mundo vem com a possibilidade do intenso fluxo de pessoas em aeroportos internacionais, sendo um perigo iminente aquelas que circulam entre os países, vindo da região da África, onde o surto acontece. Isso é possível, pois o ebola pode não manifestar sintomas entre o 2º e 21º dias – tornando-se, portanto, silencioso.

Segundo o Daily Mail, Sawyer – que levou o vírus à cidade de Lagos, com mais de 21 milhões de habitantes – teria apresentado alguns sintomas da doença em seu primeiro estágio (como febre e diarréia) durante o voo, o que não foi percebido por ninguém nas alfândegas, nem pelos profissionais da empresa aérea, apesar de estarem sendo realizados treinamentos para tanto. O mais alarmante neste caso é que o americano estava voltando do funeral de sua irmã na Libéria – que morreu dias antes vítima de ebola.

Assim, o caso do americano serviria de exemplo do despreparo evidente de profissionais de todo o mundo em lidar com o vírus e seus sintomas, a princípio tão parecidos com os de uma simples gripe. Ademais, qualquer cuidado é pouco, já que seria um verdadeiro desastre a internação de alguém com ebola em um hospital não preparado.

Alertas

Em 28 de julho de 2014, o governo britânico emitiu um alerta para a rede de Saúde Pública da Inglaterra (PHE, na sigla em inglês) e para outras instituições de saúde em todo o Reino Unido, para que os médicos aconselhem suas equipes a ficarem vigilantes para a doença. O PHE acredita que o aumento dos casos confirmados e a disseminação para novas áreas são “motivo de preocupação”.

O médico Paul Cosford, diretor do PHE, chegou a dizer que “o alerta serve para atualizar a todos sobre o surto atual da doença do vírus ebola na África Ocidental”, lembrando da necessidade de “manter a vigilância para casos importados para o Reino Unido”.

Ainda na Grã-Bretanha, o Ministro de Relações Exteriores, Philip Hammond, declarou que a doença é uma “ameaça muito séria” para a região, enquanto se preparava para presidir uma reunião de emergência sobre a forma de reforçar as defesas do país contra o vírus. O encontro no país europeu aconteceu depois de uma ajuda financeira de mais de 3,9 milhões de euros (quase R$ 8 milhões) pela União Europeia para combater o surto de ebola.

A Comissária de Ajuda Humanitária da UE, Kristalina Georgieva, afirmou, após a ajuda financeira, que o nível de contaminação é extremamente preocupante e que ações deveriam ser intensificadas “diante de tantas vidas perdidas”.

Enquanto isso, algumas autoridades de saúde dos Estados Unidos advertiram que o vírus mortal pode se espalhar como um “incêndio florestal”. Apesar disso, Stephan Monroe, do Centro de Controle e Prevenção de Doença (CDC), em comunicado oficial, afirmou que acredita que o “ebola representa pouco risco para a população geral dos EUA”.

Seguindo a onda de alertas internacionais, na terça-feira, 29, a empresa aérea africana Asky cancelou voos para países africanos, como a Libéria, onde há surto. Apesar disso, de acordo com Leticia Linn, iniciativas como esta não chegam a ser necessárias.

A Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) chegou, também, a reunir funcionários de saúde para repassar as medidas necessárias para impedir a propagação da doença com os voos que continuam a ser realizados. Nesta linha, a British Airways disse que mantém seus voos para África ocidental, mas que vai acompanhar de perto a situação.

Segundo a diretora de comunicação da OMS, o risco da doença se espalhar existe, mas é baixo e, ainda, irrelevante para países da América do Sul – dentre eles o Brasil. Portanto, não foram recomendados cuidados especiais (além daqueles feitos a todos que viajam aos países africanos e que têm contato com suspeitos ou infectados pelo vírus).

“Embora possa existir o risco de se espalhar, como com outras doenças infecciosas, o risco parece baixo até agora. O foco principal no momento é trabalhar nos contextos onde ocorrem os surtos: são áreas remotas, com pouco acesso à informação e infraestrutura, onde mesmo o transporte é um desafio em si, com sistemas de saúde precários, dificuldades de comunicação… O desafio é fazer com que as comunidades compreendam a doença e as medidas necessárias para conter o surto atual (nessas áreas, há falta de informação e questões culturais, como o enterro, que ajudam na proliferação da doença)”, conta.

O mistério sobre a origem continua

africaebolavirusrtscynthia-goldsmithcdcApesar da avançada tecnologia na área médica – especialmente na indústria farmacêutica -, a verdadeira origem do vírus ainda não foi descoberta, sendo considerado um mistério para a medicina. Embora a fonte da doença não seja conhecida, o vírus já foi encontrado em animais como morcegos frutíferos e macacos (fonte de alimentação para muitos africanos, onde os surtos aconteceram). Desta maneira, em princípio, o ser humano é infectado com o contato com tais animais, seja pela alimentação da carne não cozida, seja por contato com carcaças em florestas.

O contágio entre humanos, por sua vez, acontece somente com o contato direto com fluidos (saliva, sangue, lágrimas, esperma etc) de alguém que apresente os sintomas. Mesmo o manuseio dos corpos dos mortos e o sepultamento devem ser realizados com cuidados específicos.

A OMS, inclusive, aponta que descuidos entre familiares e a falta de informação são motivos importantes do aumento dos números de doentes. Isso porque, por questões culturais ou mesmo ignorância, muitos infectados são levados para o convívio familiar, passando o vírus para outras pessoas. Segundo a Organizaçãoe, as pessoas que não recebem cuidados médicos adequados têm chances ainda menores de cura – que chega a ser mínima, mesmo com os melhores tratamentos. Dependendo do local, a mortalidade do ebola fica entre 56 e 90%.

Conheça os sintomas

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Fonte: Terra – por Ana Lis Soares

*Com algumas informações de agências internacionais, Daily Mail, BBC U, CDC e OMS. 


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Açúcar e demência

O envelhecimento da população transformou as demências em problema de saúde pública. As epidemias mundiais de obesidade e diabetes parecem aumentar a incidência de algumas formas de demência, embora os resultados dos estudos sejam muitas vezes controversos.

docesA relação entre as taxas de açúcar no sangue e o risco de desenvolver demência foi explorada num trabalho conjunto realizado nas Universidades de Washington e Harvard.

Pelo número de pessoas acompanhadas, a metodologia científica criteriosamente selecionada e a publicação em revista de grande impacto (The New England Journal of Medicine), essa pesquisa tem tido grande repercussão na literatura.

O estudo envolveu 1.228 mulheres e 839 homens com 65 anos de idade ou mais (média: 76 anos), sem sinais de demência, que faziam parte de uma coorte seguida pelo Adult Changes in Thought (ACT), no estado de Washington.

Os participantes retornavam a cada dois anos para testes de avaliação das habilidades cognitivas. Se o resultado mostrasse algum déficit, eram encaminhados para uma bateria de exames clínicos, laboratoriais e neuropsicológicos para afastar ou confirmar o diagnóstico de Alzheimer ou outro quadro demencial.

Os níveis de glicose no sangue foram recolhidos das sucessivas dosagens de glicemia e de hemoglobina glicada, realizadas pelos participantes a partir de 1988. As médias desses valores nos últimos cinco anos foram comparadas com as de períodos anteriores.

Para afastar a ingerência de outros fatores sabidamente envolvidos no risco de desenvolver demência, o grupo foi estratificado de acordo com a prática de atividade física, nível educacional, fumo, doença coronariana, doenças cerebrovasculares e hipertensão.

Nos cinco anos que precederam a avaliação, a média da glicemia de jejum dos participantes sem diabetes foi de 101 mg/dL, número que aumentou para 175 nos portadores de diabetes.

Em 6,8 anos – período médio de acompanhamento – ocorreram 524 casos de demência (25,4%), assim distribuídos: 450 entre os 1.724 sem diabetes (26,1%) e 74 entre os diabéticos (21,6%).

Entre os participantes sem diabetes o risco de demência aumentou à medida que os níveis de glicose no sangue aumentaram: entre aqueles com glicemia de jejum de 115 mg/dL houve 18% mais demências do que naqueles com glicemia igual a 100.

Entre os diabéticos, quanto mais alta a glicemia maior o número de demências. Aumentar a glicemia de 160 para 190 mg/dL fez aumentar 40% no risco de demência.

A conclusão dos autores é enfática: “Nesse estudo prospectivo, realizado na comunidade, verificamos que níveis mais altos de glicose estão associados a aumento do risco de demência, em populações com ou sem diabetes. Os dados sugerem que níveis mais elevados de glicose podem ter efeitos deletérios no cérebro que envelhece”.

Fartura à mesa, vida sedentária, obesidade, hipertensão arterial, diabetes, demência na velhice, será esse o destino implacável de nossa espécie?

Fonte: Dráuzio Varella para Carta Capital


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Empresa privada e neurocientista brasileiro criam robôs diferentes que permitem que paraplégicos e tetraplégicos consigam andar

Dentre as várias privações a que está sujeita uma pessoa paraplégica, uma das mais difíceis de gerir é a de não conseguir se manterEksoSuit6 de pé e estar sempre dependente de alguém. Uma empresa americana, a Ekso Bionics, quer usar a tecnologia para melhorar a vida dessas pessoas e criou um robô para ser “vestido” e assim ajudar as pessoas com deficiência física a levantar e andar.

A estrutura, espécie de roupa robô, é de alumínio e titânio e funciona com uma bateria, pesando cerca de 25 quilos. Os criadores garantem que é possível um usuário passar da cadeira de rodas para a “roupa” em 5 minutos, já que o design do produto é feito para tornar simples a entrada e saída dos membros. Depois, com a ajuda de muletas, ele pode se mover sozinho.

Por enquanto, o Ekso Bionic Suit foi lançado para ser usado em hospitais e centros de apoio médico, com supervisão, mas a ideia é que passe a ter uso doméstico já no próximo ano. Veja como o produto pode mudar a vida de pessoas paraplégicas no vídeo abaixo.

Porém o passo mais avançado deste tipo de equipamento vem de um brasileiro, o Dr. Miguel Nicolelis, um dos neurocientistas mais importantes do mundo, que divulgou em seu perfil no Facebook as primeiras imagens do exoesqueleto robótico que poderá auxiliar um paciente tetraplégico a dar o pontapé inicial da Copa do Mundo 2014, que acontecerá no dia 12 de junho.

1467209_709083092435673_817470039_nAs fotos publicadas por Nicolelis mostram alguns detalhes da parte frontal e lateral da estrutura. Controlado pela mente, o equipamento faz parte do projeto “Andar de Novo”, iniciativa conduzida pela Universidade de Duke (EUA) e o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra.

O experimento tem como objetivo construir no Brasil a primeira neuroprótese capaz de trazer a mobilidade de volta a pacientes com paralisias severas. E, ao que tudo indica, os cientistas envolvidos, liderados por Nicolelis, estão muito próximos de conquistar esta meta.

Em um pequeno vídeo, também publicado pelo neurocientista da rede social, é possível observar o exoesqueleto, que veste um manequim, fazendo um leve movimento para frente, como um chute.

Segundo Nicolelis, em artigo publicado no site da revista Brasileiros, experimentos com a primeira geração da chamada “interface cérebro-máquina” foram realizados em macacos. Com ela, estes animais conseguiram controlar movimentos usando apenas a sua imaginação.

De acordo com ele, os macacos foram capazes de executar tarefas a partir de braços e pernas mecânicos. “Utilizaram o seu próprio pensamento para jogar videogames ou mover objetos localizados próximos a si ou em ambientes remotos”, explicou o neurocientista.

Fontes: Eme Viegas, da Hypeness e Revista Exame


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Bolsa com solução medicamentosa agora é mais divertida.

Passar uma temporada no hospital nunca é agradável, especialmente para crianças que são facilmente intimidadas pelo ambiente médico.

Para ajudar as crianças a se sentirem mais à vontade durante a sua hospitalização, o desenhista Jung Hyun Min desenvolveu o “Halo Duck”, bolsa transparente para administração de medicações endovenosas que possui um pato que flutua sobre o líquido, visando entreter e alegrar as crianças que necessitam de tratamento.

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O “Halo Duck” também serve a um propósito funcional, ele bloqueia o fluxo da saída do líquido logo que termina todo o fluído a ser administrado ao paciente, impedindo o refluxo de sangue.

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Pelo que percebemos, nem só as crianças gostariam de receber uma visita divertida do “Halo Duck”.

Assista ao vídeo abaixo para saber mais sobre ele.

Por Dorothy Tan

http://www.yankodesign.com


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Saiba o que é e como age o HPV, causa de doença do ator Michael Douglas

Michael Douglas causou polêmica na imprensa de todo o mundo após ter revelado em entrevista que acreditava ter desenvolvido câncer na garganta por conta do vírus HPV, contraído por sexo oral.

img518abd9c094cb“É uma doença transmitida sexualmente”, disse Douglas, referindo-se ao vírus do papiloma humano (HPV). Michael Brady, médico especialista em saúde sexual, explicou que o sexo oral pode ter contribuído para o câncer do ator, vencedor do Oscar pelo filme Wall Street – Poder e Cobiça. No entanto, Brady deixou claro que é difícil indicar a prática como a única causa.

O astro, casado com Catherine Zeta-Jones, assume que ter fumado e bebido muito também podem ter contribuído para o desenvolvimento da doença contra a qual ele tratou com  quimioterapia por seis meses entre 2010 e 2011.

Conheça o papiloma vírus, conhecido como HPV e os tipos de câncer que esse vírus altamente transmissível pode causar:

1 – O papiloma vírus (HPV) é transmitido pelo contato sexual e, em mulheres, pode causar o câncer do colo do útero.

2 – O HPV é a doença sexualmente transmissível mais comum nos Estados Unidos.

3 – O HPV pode ser transmitido tanto por homens quanto por mulheres, geralmente por contato genital. Também pode ser transmitido por parceiros do mesmo sexo, mesmo quando a pessoa infectada não apresenta sintomas.

4 – O HPV pode ser transmitido pelo sexo oral.

5 – Embora o câncer de garganta esteja relacionado a hábitos como beber e fumar, podem ocorrer casos da doença nas amídalas e língua que estão relacionados ao HPV.

6 – O câncer não é contagioso, mas o vírus sim.

7 – Nos Estados Unidos, o HPV é responsável por até 80% de tumores das amígdalas e na parte posterior da língua.

8 – O paciente típico é descrito como um homem saudável, entre 40 e 50 anos, não fumante.

9 – Na Grã-Bretanha, o número de cânceres de boca e da garganta aumentaram 40% em apenas uma década, equivalente a 6.200 casos por ano, segundo o “Cancer Research UK”, que atribui o crescimento ao HPV.

10 – Os sintomas de câncer na região bucal são úlceras persistentes, dor, manchas descoloridas e dificuldade de mastigação e deglutição.

11 – Homens são aconselhados a verificar nódulos no pescoço ao fazer a barba.8hpv

12 – Homens e mulheres devem prestar atenção na parte de trás da garganta enquanto escovam os dentes.

13 – Tratamentos como a quimioterapia, radioterapia e cirurgia são frequentemente bem sucedidos na boca e na garganta para os casos de câncer causados pelo vírus.

Confira o mapa do câncer no Brasil.

Fonte: Terra


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Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido

     Amor e saúde estão ligados de maneira surpreendente. Humanos são feitos para conectarem-se uns aos outros, e quando bons relacionamentos são cultivados (não apenas no campo amoroso), as recompensas são imensas.
     O amor é o melhor remédio para sair da angustia que existe dentro de nós, o amor leva a fazer coisas que deixamos de lado e levanta a nossa auto estima  tanto para as mulheres quanto para os homens.
     O amor desperta fatos sobre você que ainda nem sabia, descobre o seu outro lado e o deixa com mais vontade de viver, buscando fatores que venha trazer melhores condições de vida como começar a fazer uma academia, procurar mudar o guarda roupa, buscar fazer coisas que gostava e não tinha ânimo e nem motivação para fazer, enfim, nos transforma em uma pessoa mais ativa  buscando a felicidade que estava escondida dentro de nós, fazendo você ver o quanto você é especial.
     É evidente que o amor interfere diretamente no nosso estado de saúde, quando amamos temos um olhar mais bonito sobre as coisas, comemos melhor, aumentamos nossa disposição, sem falar nas reações químicas e biológicas que ocorrem no nosso corpo.
     Algumas substâncias como a dopamina, feniletilamina e ocitocina, são todas relativamente comuns no corpo humano, mas são encontradas juntas apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos – e toda a “loucura” da paixão desvanece gradualmente, a fase de atração não dura para sempre. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia (divisão em duas partes): ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor – companheirismo, afeto e tolerância  permanecendo juntos. Isto é especialmente verdadeiro quando filhos estão envolvidos na relação.
downloadVantagens do amor na saúde das pessoas:
  • O Departamento de Saúde e Serviços Humanos revisou uma grande quantidade de estudos relacionados à saúde e o amor. Uma das descobertas mais impressionantes foi que pessoas que estão amando vão menos a consultas médicas e ficam menos tempo em hospitais.
  • O interessante é que o amor também contribui na diminuição do abuso de álcool e drogas, especialmente em jovens adultos.
  • Pesquisadores descobriram que pessoas em casamentos felizes têm a melhor pressão sanguínea, logo em seguida os solteiros. E as pessoas em casamentos infelizes têm a pior pressão sanguínea. Esse estudo está nos Anais da Medicina Comportamental. Um aspecto importante em como o casamento influencia a saúde: “É a qualidade do casamento, e não apenas o fato de estar casado, que afeta a saúde”. Isso apóia a idéia de que outros exemplos positivos de diferentes formas de relacionamentos possam ter benefícios similares.
  • O amor interfere também em relação ao estresse, quando surge um fator estressante, a pessoa recebe suporte de alguém que ela gosta, ela lida melhor com a situação.
  • Já foi visto que relações amorosas diminuem estresse, depressão e ansiedade (o que deve gerar um impulso no sistema imunológico). Pesquisadores da Universidade de Carnegie Mellon descobriram que exibem emoções positivas são menos propensos a ficarem doentes depois de expostos ao vírus da gripe ou de resfriados.
  • Pode ser que o poder de um relacionamento positivo faça feridas na pele cicatrizarem mais rapidamente.Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Ohio examinou casais com bolhas nos pés. As feridas em cônjuges que interagiam harmoniosamente cicatrizaram até duas vezes mais rápido do que naqueles que demonstravam ser bastante hostis um com o outro.
  •  Uma parte crescente de pesquisas indicam que pessoas bem casadas vivem mais, O casamento feliz protege as pessoas da morte por repelir sentimentos de isolamento. Pessoas casadas vivem mais por se sentirem amadas.
  • Pode parecer óbvio que um dos maiores benefícios do amor é a alegria. Mas as pesquisas estão apenas começando para revelar o quanto essa ligação pode ser forte.

Como diz Vinícius de Moraes, “Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido”.

Thalita Maryah

Enfermeira e Terapeuta Corporal

fonte: papodesaude.blogspot.com.br